Artigo: Liberdade, Igualdade E Fraternidade, Instrumento De Sucesso Para As Pessoas E Empresas.

Liberdade, Igualdade e Fraternidade, instrumento de sucesso para as pessoas e Empresas.

Por Nestor de Almeida

Quero tratar aqui de três pontos que julgo importantes para alcançar o sucesso nos dias de hoje. Quero falar de Liberdade, igualdade e fraternidade como ferramentas de sucesso para as empresas, funcionários, colaboradores e sociedade. Uma empresa só alcançará o sucesso que realmente pode alcançar, quando conseguir criar produtos, serviços e através desses produtos e serviços, proporcionar meios que contribuam para que seus funcionários, colaboradores e sociedade possam se beneficiar e ao mesmo tempo ser agentes da liberdade, igualdade e fraternidade. Não temos como falar desses temas sem lembrar o ano de 1.789 que marca a primeira vitória na luta pelo reconhecimento da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, conquista da Revolução Francesa cujo lema era: liberdade, igualdade, fraternidade.

Vamos ver como liberdade, igualdade, fraternidade têm caminhado desde então na sociedade e por que não dizer também nas empresas. Vejamos como as empresas podem adequar esses três direitos aos seus produtos, serviços, funcionários, parceiros e sociedade tornando uma empresa sólida, mais produtiva e em sintonia com a nova realidade.

Vamos tratar de três aspectos que embora distintos, ainda hoje eles são importantes e caminham juntos. Liberdade: O primeiro momento ocorreu no século após a criação da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, pode-se definir como o século da liberdade. Embora seja uma luta antiga da humanidade, será durante o século XIX que o ideal de liberdade se consolida. Caem, então, os últimos rincões de escravidão e se fortalece o vínculo patrão e empregado com a compra e venda da força de trabalho. Foi um grande salto, mas muito longe do que precisariam para um vínculo produtivo e harmonioso. Começou crescer a liberdade de pensar, agir, participar, e direito de escolha.

Neste século, ainda tímido, mas já dando os primeiros passos, os funcionários começaram a oferecer mais que mão de obra dentro das empresas, também o desejo de participar com conhecimentos e criatividades o que contribuiria para os desenvolvimentos das empresas e das pessoas envolvidas. Neste momento vem a liberdade de pensamento, de expressão, de consciência, de crença, de informação, de decisão, de reunião, de associação, enfim, todas estas (e outras tantas) que asseguram a vida condigna da pessoa humana. Porém, para que a pessoa seja, de fato, livre, é necessário, que ela consiga através de sua força de trabalho se libertar da miséria, do analfabetismo, do subemprego, da subalimentação, da submoradia não só para si, mas para os seus. Assim, a luta pela liberdade continua não apenas para conservar as já conquistadas, mas para assegurar a verdadeira liberdade a quem ainda não a conquistou.

Muitos funcionários ainda não têm liberdade de expressar seus conhecimentos e opiniões, Principalmente quando trabalham em empresas com filosofias autoritárias ou com lideranças inseguras. Quando o funcionário é motivado a fazer uso da sua liberdade e conhecimentos para contribuir com o próprio crescimento dentro da empresa, dos companheiros de trabalho, da empresa e sociedade, ele se sente parte que vai além da folha de pagamento. Dar sugestões ou expressar os sentimentos nem sempre são bem vistos por muitas empresas ou lideranças. O empregado não é uma máquina que seu líder liga e quando precisa de mais resultados é só cobrar que o resultado acontece e quando não acontece por algum motivo, troca o funcionário por outro e está resolvido. Não, isso não funciona. Quando o funcionário se sente tolhido dessa liberdade dentro da empresa, ele não se sente parte da empresa, mas, sim, alguém descartável.

Este sentimento gera descontentamento, desmotivação, desinteresse nos treinamentos oferecidos pelas empresas, improdutividade, má qualidade nos serviços prestados, busca por oportunidades em outras empresas. Igualdade: A segunda parte foi vivenciada no século passado – o século XX – tido como o século da igualdade. Desde suas primeiras décadas, houve movimentos pelo reconhecimento da igualdade entre homens e mulheres, entre brancos e negros.

Mas, foi no século XX que se formou todo o ideal contra a discriminação baseada em sexo, raça, cor, origem, credo religioso, estado civil, condição social ou orientação sexual. Não se pode tratar de modo diferente pessoas simplesmente por suas características peculiares; ainda que tais características sejam visíveis, não se podem diferenciar indivíduos a partir delas, se não há qualquer critério jurídico que justifique tal diferenciação. Todavia, não se pode esquecer que a verdadeira igualdade consiste em tratar igualmente os iguais e desigualmente, os desiguais. Perpetua-se idêntica injustiça diferenciar indivíduos por sua cor de pele, como dar tratamento uniforme a pessoas que tem, de fato, tem motivos para serem tratadas de modo diferenciado. (ninguém se sente discriminado pela lei que obriga atendimento preferencial a idosos, grávidas ou portadores de deficiência). Assim como pela liberdade, a luta pela manutenção e extensão da verdadeira igualdade é constante.

A empresa que não está preocupada em preparar sua liderança e funcionários para viverem essa igualdade corre sérios ricos de sofrer pesados processos perante as leis. Também é verdadeiro que as empresas que conseguem esta igualdade de tratamento no seu quadro de funcionários, colaboradores, clientes e sociedade, tornam-se empresas respeitadas e têm um quadro de funcionários mais harmonioso e gerando melhores resultados. Por último e não menos importante vamos falar da fraternidade.

A fraternidade está ganhando mais força no nosso século. Vamos entender a fraternidade como solidariedade que está norteando as ações das empresas e das pessoas em geral. Neste momento estamos saindo dos direitos individualistas e indo para os direitos coletivos. São direitos inerentes à pessoa humana; não considerada em si, mas como coletividade; o direito ao meio-ambiente, à segurança, à moradia, ao desenvolvimento. É necessário que tomemos consciência de que nossos direitos apenas nos serão assegurados de fato, quando forem também garantidos para todos os demais. Enfim, é o momento de se realizar o bem comum.

É o momento dos lideres entenderem que a vida dos funcionários vai além do salário, sexta básica, plano de saúde, plano de carreira, aposentadoria, mas a valorização humana. Quando a empresa contribuir para a fraternidade além das quatro paredes, colocando nos seus produtos e serviços, benefícios que atendam não só as necessidades e desejos de consumo dos seus clientes, mas, através desses produtos e serviços, possam contribuir de alguma maneira com a preservação do meio ambiente ou com os mais necessitados ao mesmo tempo, criando projetos ou associando-se a projetos já existentes que vão de encontro ás necessidades da sociedade sem deixar de incentivar e apoiar iniciativas dos seus funcionários. Quando a empresa toma essas atitudes, ela incorpora o verdadeiro espírito de fraternidade. A realidade em que vivemos hoje exige a participação mais ativa, das pessoas e das empresas na sociedade, as empresas que conseguem essa integração, são mais bem vista por todos.

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